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Em São Paulo: exposição gratuita ensina sobre a história da imigração no Brasil

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Navio de imigrantes italianos no porto de Santos (1907)

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Imigração é a entrada de pessoas em um país que não é o seu de origem, para morar ou passar um período de sua vida.

O Brasil é um país que recebeu muitos imigrantes de diferentes partes do mundo. No século XIX (1801 a 1900), o Brasil era visto, principalmente pela Ásia e pela Europa, como um lugar de muitas oportunidades. Sendo assim, muitos habitantes desses países (que passavam por dificuldades),  se mudaram para o Brasil em busca de uma vida melhor. Japoneses, italianos, alemães e pessoas de outros países vieram então trabalhar no campo e na indústria.

A cidade de São Paulo já recebeu mais de 2 milhões de imigrantes. Junto deles, vieram também muitos costumes de seus países de origem, principalmente com relação à alimentação. Os italianos, por exemplo, trouxeram a pizza. Os  alemães trouxeram a cerveja, as linguiças, as salsichas. Já os portugueses trouxeram o pão.

A partir da última terça-feira (10), está sendo possível entender essa história através da exposição “Viagem, sonho e destino”, que acontece, por enquanto, dentro da estação Tatuapé da CPTM, em São Paulo.

A exposição é gratuita e conta com fotos, vídeos, depoimentos e até uma maquete eletrônica, para contar detalhadamente a trajetória dos imigrantes.

Como você pode perceber, a história da imigração no Brasil é bastante interessante, vale a pena conhecê-la. Não perca essa oportunidade!

 

Onde e quando:

 

Estação Tatuapé da CPTM (linhas 11 e 12) – de 10 de setembro a 10 de outubro, das 7h30 às 19h00.

Até o final de janeiro, a exposição passará pelas estações Palmeiras-Barra Funda e Brás.

 

 

7 de setembro – Independência do Brasil

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A Independência do Brasil aconteceu no dia 7 de setembro de 1822, quando Dom Pedro disse a famosa frase: independência ou morte!”. Certamente você já ouviu isso alguma vez, não é? Para entender o significado da comemoração do dia 7 de setembro, precisamos voltar um pouco no tempo. Vamos lá?

 

Em 1500, os portugueses chegaram no Brasil. A partir daí, tomaram conta de nossa terra e exploraram suas riquezas, utilizando para isso o trabalho escravo de índios e negros africanos. O Brasil se transformou em uma colônia de Portugal, e assim permaneceu por muito tempo.

 

Em 1808, Portugal estava sendo invadido pelas tropas francesas de Napoleão Bonaparte. Então, a família real portuguesa (o rei Dom João VI e sua corte), resolveu fugir para o Brasil, chegando aqui em 1808.

 

Durante o tempo em que a família real ficou no Brasil, o país se desenvolveu bastante. Foram criados bancos, indústrias, escolas, portos, estradas, o que trouxe muito progresso.

 

Quando Napoleão foi derrotado, os portugueses exigiram que Dom João VI e a família real voltassem para Portugal. Em 1821, Dom João VI partiu para Portugal, deixando seu filho Dom Pedro I em seu lugar tomando conta do Brasil. Deixou também para trás um país bastante mudado, mais desenvolvido e com uma população que já começava a exigir liberdade.

 

Portugal queria voltar a dominar o Brasil como antes, e exigiu que Dom Pedro voltasse para lá, mas ele decidiu ficar. Então, no dia 7 de setembro de 1822, às margens do rio Ipiranga, Dom Pedro declarou: “independência ou morte!”.  O Brasil estava separado de Portugal.

 

 

Quadro do Grito da Independência

 

 

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         Você já viu esse quadro? Ele mostra a cena da Independência e foi encomendado pelo Imperador Dom Pedro II e pintado pelo artista Pedro Américo, em 1888.Dizem que a imagem não mostra o fato como aconteceu realmente.

         O quadro está no Museu do Ipiranga, em São Paulo.


Você sabia que pouca coisa mudou após a independência? O país continuou a ser liderado por um português, a escravidão permaneceu e precisávamos comprar produtos de outros países. Independência mesmo, só da boca para fora, não é mesmo,  Dom Pedro I?

Museu do Ipiranga – http://www.mp.usp.br

 

 

 

 

 

 

 

Trabalho infantil – uma triste realidade brasileira

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 O trabalho infantil no Brasil diminuiu, mas ainda existem muitas crianças e adolescentes nessa condição. Qualquer tipo de trabalho realizado por crianças e adolescentes menores de dezesseis anos, é proibido por lei. Mesmo assim, existem muitas crianças trabalhando em alguns lugares do nosso país. Para se ter uma ideia, uma em cada dez crianças está trabalhando. A maioria dos jovens trabalhadores está na região Nordeste. Em segundo lugar vem o Sudeste, e em terceiro o Sul.

Nas cidades nordestinas, o trabalho que mais preocupa é o doméstico, ou seja, trabalho em casa. Também é forte o trabalho de crianças no comércio e na coleta e  reciclagem de lixo. Além disso, existem crianças que são usadas até para vender drogas! Também é  comum as crianças realizarem trabalhos muito pesados, como atividades de mineração. Elas enfrentam, todos os dias, temperaturas extremas, ruídos insuportáveis, vapores e líquidos venenosos, riscos de desabamentos, entre outras coisas que seriam perigosas até para um adulto.

Infelizmente, a mineração é a única fonte de sobrevivência para famílias de muitas regiões brasileiras. E quando só o trabalho dos pais não é suficiente para sustentar a casa, os filhos também têm que ir às minas, olarias e pedreiras (presentes em 22 estados brasileiros), onde passam os dias cavando, levantando pedras extremamente pesadas e entrando em contato com agentes cancerígenos (que causam câncer), como o mercúrio. Dá para acreditar que existem 12 mil crianças e adolescentes entre 5 e 17 anos envolvidos nessa atividade só no Brasil?

O trabalho impede que as crianças estudem, pois, enquanto estão trabalhando, não podem ir à escola, ou chegam tão cansadas que não têm ânimo para estudar.

Você sabia que as crianças que você vê vendendo balas e doces nos sinais estão realizando trabalho infantil? Na maioria das vezes, estão sendo exploradas por um adulto que as obriga a trabalhar!

A única forma de trabalho permitida aos menores de dezesseis anos é na condição de aprendiz. O jovem aprendiz (de quatorze a dezesseis anos) pode aprender uma profissão, desde que esteja frequentando a escola.

É importante que os pais tenham consciência de que os filhos PRECISAM estudar, pois só assim  poderão ter um futuro melhor.

 

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Fonte: 

http://noticias.r7.com/brasil/trabalho-infantil-diminui-mas-ainda-afeta-37-milhoes-de-criancas-no-brasil-12062013, acesso em 14/08/2013

 

http://www.educacional.com.br/reportagens/criancasdobrasil/trabalho_infantil_faca_diferenca.asp, acesso em 14/08/2013

 

http://www.promenino.org.br/Homes/Oque%C3%A9trabalhoinfantil/tabid/282/Default.aspx, acesso em 14/08/2013

 

 

 

 

 

Alunos de Natal fazem vídeo para protestar contra péssima situação da escola onde estudam

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 Os alunos de uma escola pública de Natal, no Rio Grande do Norte,  fizeram um vídeo e colocaram na internet, no começo do mês de julho, para protestar contra a péssima situação da escola onde estudam.

 Depois das chuvas que caíram na cidade, as salas de aula ficaram alagadas por causa das goteiras, e por isso as aulas foram suspensas.

 O estudante que aparece no vídeo, além de reclamar do alagamento, falou sobre outros problemas, como falta de lâmpadas, defeitos nos ventiladores, mofo e infiltrações. Ele disse também que a situação é frequente (acontece sempre), e os alunos têm medo que o teto desabe ou que aconteça um curto-circuito, já que a rede elétrica fica molhada.
         A Secretaria do Estado da Educação disse que será feita uma reforma completa da escola entre o final deste ano e início de 2014.

Assista ao vídeo:

https://www.youtube.com/watch?v=Cr2bTn30mkM

 

 

Menina enfrenta uma hora e meia de perigos para chegar à escola

Quem nunca sentiu preguiça de ir à escola? Às vezes bate aquela vontade de ficar em casa ao invés de enfrentar trânsito, frio ou chuva para estudar, não é mesmo? Quando isso acontecer, é bom lembrar que uma menina moradora da Tanzânia, na África, enfrenta uma hora e meia andando sozinha para chegar até a escola! Além disso, o caminho é difícil e muito perigoso.

A menina enfrenta uma trilha com poeira, lama, arbustos cheio de cobras (isso mesmo, cobras!) e  até adultos perigosos. Ela diz que apesar de todas essas dificuldades, está cheia de vontade de atingir seu objetivo que é estudar e virar professora, mesmo sem o apoio da sua família. Seu padrasto acha que ela deveria estar trabalhando para ajudar a sustentar a família.

      “Mesmo não gostando da jornada e tendo muito medo às vezes, estou disposta a fazer o que for necessário para ter uma educação”, disse ela à Plan International, ONG que patrocina seus estudos.

      A Tanzânia é um país muito pobre e sua população enfrenta muitos problemas. De cada cem habitantes (moradores), vinte e oito são analfabetos, ou seja, não sabem ler nem escrever. Apesar de tantas dificuldades, a menina está lutando para conseguir um futuro melhor. Parabéns para ela, por tanta coragem e força de vontade para alcançar o que deseja.

 

 

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Fonte: http://g1.globo.com/mundo/noticia/2013/07/por-educacao-menina-enfrenta-jornada-de-uma-hora-e-meia-entre-cobras-e-perigos.html, acesso em 11/07/2013.

 

Faixa de pedestres

Hoje fui atravessar uma rua bastante movimentada. Esperei o homenzinho do sinal de pedestre ficar verde para começar a pisar na faixa. O problema é que um carro parou em cima da faixa, atrapalhando a passagem das pessoas. O motorista poderia avançar mais um pouquinho e  sair da faixa, pois havia espaço em sua frente, mas ele nem se importou. De repente, um morador de rua chegou até a janela do carro e fez sinal para que o motorista andasse um pouco e liberasse a faixa para as pessoas passarem. Só depois disso o carro saiu da faixa e as pessoa puderam passar. Para pensar: muitos acham que somente as pessoas com boa aparência é que são bem educadas, mas educação e respeito NÃO dependem de dinheiro e roupas boas…Aquele moço que vivia nas ruas, com roupas sujas e sem dinheiro, mostrou que entende muito bem de respeito! E o motorista do carro ainda tem muito o que aprender…